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Saiba mais sobre alienação parental

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Os laços amorosos são um acordo entre as pessoas e, se desfeitos, podem gerar sofrimento mútuo, e eventuais complicações no relacionamento posterior e, se envolver filhos, os danos podem ser maiores. Nem todas as famílias são preparadas emocionalmente para lidar com maturidade e sabedoria nesta situação. Infelizmente é comum adultos utilizarem as crianças para descontar frustrações com o parceiro ou parceira de outrora e, na maioria dos casos, o menor pode desenvolver algum tipo de dano psicológico por conta desta situação. Paulo Lins e Silva Advogados entende que a prioridade, sempre, é o bem estar do menor

A alienação parental vem sendo discutida com intensidade nos últimos meses, embora não seja fenômeno recente. É comum um pai ou mãe se sentir prejudicado com o fim do relacionamento, transferindo até de forma involuntária sua frustração para os filhos, alimentando o discurso da vilania à outra parte e o afastamento. Em muitos casos, isso acontece quando a guarda é dada para uma das partes, onde o tempo junto aos filhos pode ser desigual. Os argumentos são sempre o de transferência de culpa e evidenciação de defeitos.

Discussão visa o bem estar das crianças envolvidas

Quando configura-se um quadro de tensão entre pais sem vislumbre imediato de conciliação, o ideal é constituir um advogado de família e trazer para a justiça a questão, até de forma preventiva a possíveis destemperos que, infelizmente, podem até fazer vítimas fatais. Uma vez que a matéria ainda está sendo debatida nas instâncias superiores, é preciso uso do bom senso para que o futuro de menores não seja comprometido.

Quando essa questão não vai para a apreciação de um juiz da área de família, a situação pode se tornar insustentável, causando problemas psicológicos muito complicados de serem tratados e que serão levados ao longo da vida desse indivíduo. A timidez, introspecção e até mesmo a drogadição são elementos usados como fuga para o transtorno produzido pela inconsequência dos pais. Além das marcas indeléveis na formação do menor, não menos grave são os casos em que há agressão física e moral entre as partes em disputa.

Atualmente, a guarda compartilhada é uma realidade, e pode ser uma solução interessante, contemplando pais, sem prejuízo na formação dos filhos.

Entretanto, a melhor forma de proteger uma criança numa situação adversa como essa é lidar o caso de forma madura, separando que é da alçada exclusiva dos adultos.

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